O papel do agricultor e das tecnologias na transformação da agricultura

Dia 28 de Julho comemoramos o Dia do Agricultor. A data foi instituída em 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek, para comemorar os 100 anos da criação do Ministério da Agricultura. Com o passar dos anos, desde essa época, muitas coisas se modificaram: a ciência, a tecnologia e o empreendedorismo inerentesao agricultor brasileiro transformaram a arte de produzir alimento. Tanto é assim, que a produção brasileira de grãos cresceu 400% nos últimos 40 anos, enquanto a área efetivamente semeada aumentou apenas 40%.

Além das comemorações, o que não faltam são motivos para destacar o papel do campo no desenvolvimento nacional, essencialmente pelo papel fundamental exercido pelas pessoas que vivem do trabalho no campo. Aliás, essa é uma profissão que existe há mais de 3.000 anos A.C e se mantém como a menina dos olhos em qualquer geopolítica internacional.

O setor gera milhões de empregos – em especial a agricultura familiar que responde por cerca de 85% do pessoal ocupado no campo – numa grande cadeia de produção que vai da roça, passa pela agroindústria e termina numa gôndola de supermercado.

A produção de alimentos tem sido essencialmente transformada pelos avanços da ciência ao longo das últimas décadas. O conhecimento cada vez mais aprofundado do melhoramento genético, da mecanização, do plantio direto, dos defensivos agrícolas e de outras inovações transformou a agricultura no Brasil e no mundo.

O avanço da tecnologia na agricultura trouxe o aumento de produtividade no campo. Entre 1975 e 2017, a produção nacional de grãos saltou de 38 milhões para 236 milhões de toneladas. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estima que, em 2027, a produção de grãos vai superar os 290 milhões de toneladas. Em 2017, 67% das propriedades agrícolas do país já utilizavam algum tipo de tecnologia na atividade rural.

A inclusão de ferramentas tecnológicas no campo contribui para uma produção de alimentos mais sustentáveis – plantar mais e melhor. É o caso, por exemplo, da agricultura digital, que usa a informática para otimizar o manejo e a gestão do campo. Também é possível citar a biotecnologia, que tem contribuído com a melhoria da produtividade por meio do desenvolvimento de variedades com novas características.

O agricultor precisa ter o conhecimento para que o uso da tecnologia na agricultura cause impactos relevantes na quantidade, qualidade e na saudabilidade do alimento produzido. O aumento da população global e a consequente pressão por mais comida tornam esse desafio urgente.

Da pré à pós-produção, as ferramentas tecnológicas podem contribuir para que se produza mais no mesmo espaço. Elas também abrem caminho para combatermos desperdícios de água, fertilizantes e defensivos.

C:UsersUserSilvanaCNPJServiçosRijezaArtigo2019-04-18-Interna-BOAS-Pipeline-producao.png

Pipeline da cadeia de produção agrícola; adaptado de Ting (2011)

Além de todas essas tecnologias inovadoras, fundamentais para a transformação da agricultura, não podemos nos esquecer do papel fundamental das máquinas e implementos agrícolas no dia a dia do agricultor.

A agricultura vem avançando consideravelmente devido à mecanização da produção agrícola, com ganhos significativos de produtividade e eficiência em muitos processos.
Entretanto, a operação inadequada das máquinas e implementos agrícolas pode refletir em custos adicionais (desnecessários) ao agricultor. Estes devem ser os principais pontos de atenção, pois esses ativos representam um grande investimento. A operação ótima das máquinas e implementos agrícolas no campo pode ser decisiva para a competividade.

As maiores áreas de plantio e a produtividade por hectare requer uma maior resistência dos equipamentos para o agricultor conseguir manter a produtividade, competitividade e lucratividade.

Nesse contexto, a otimização dos equipamentos de produção agrícola, através do aumento da durabilidade de peças pode trazer ganhos expressivos de produtividade e redução de custos.

Os equipamentos de produção agrícola, em todas as etapas do processo, sofrem desgaste em elementos chave e geram perda de produtividade e custos elevados para os agricultores. Selecionamos alguns benefícios do aumento de durabilidade de peças para o aumento da competitividade:

1 – Mais sacas de produto colhido por hectare: a redução dos desgastes permite que o agricultor tenha um maior aproveitamento da janela de plantio devido à redução da necessidade de parada para troca de peças. Além disso, uma peça de maior durabilidade, durante o plantio, pode manter condições ótimas de produção, como por exemplo, a profundidade da semente no solo.

2 – Melhor utilização dos recursos: muitos agricultores acabam mantendo um número maior de equipamentos para poder suprir as paradas para trocas. São investimentos desnecessários que são realizados devido ao desgaste de peças.

3 – Redução de custos: o desgaste de peças resulta no aumento da frequência de troca. Em muitos casos, as peças se desgastam em apenas um dia de operação gerando altos custos de manutenção para os agricultores. Uma haste de sulcador, com aplicação de revestimento de carboneto de tungstênio, pode ter o custo de substituição reduzido em mais de 60%.

Pra facilitar o entendimento, nós preparamos um documento ilustrativo pra você poder ver na prática algumas aplicaçoes que tiveram sua durabilidade incrementada em mais de 500%. Acesse o link abaixo e baixe o documento em pdf.

Compartilhe este conteúdo:

Revestimentos contra desgaste na agricultura

Conheça um pouco mais de que forma revestimentos contra desgaste aplicados por aspersão térmica podem ajudar a reduzir custos e aumentar a lucratividade da safra.

ico-estudo-de-caso-2

Qual é a sua necessidade?

Descreva abaixo de que forma podemos auxiliar o seu negócio:

Rijeza Metalurgia

Revestimentos contra desgastes

RS 240, KM 4, 3815, Bairro Scharlau
São Leopoldo – RS

Desenvolvido por
SiriusPrime

×

Olá!

Clique no contato abaixo para iniciar uma conversa:

× Como podemos ajudá-lo?