A sustentabilidade corporativa na indústria está deixando de ser apenas um compromisso institucional e está se tornando um fator direto de competitividade e de atendimento legal. Empresas que atuam nos principais mercados industriais do Brasil e do mundo (como o agronegócio, petróleo e gás, mineração, papel e celulose, geração de energia e siderurgia) enfrentam uma pressão crescente por operações mais limpas, responsáveis e eficientes.
A busca pela sustentabilidade corporativa na indústria exige reduzir impactos ambientais e riscos ocupacionais sem prejuízos a produtividade fabril. No que diz respeito à engenharia de superfícies, isso passa necessariamente pela redução e eliminação de processos de alto impacto – como o cromo duro eletro depositado – por tecnologias limpas, como a Aspersão Térmica, o PTA e o Laser Cladding.
É nesse cenário que a Rijeza se destaca como fornecedora de revestimentos técnicos com visão ESG. A empresa cada vez mais substitui revestimentos historicamente agressivos ao meio ambiente (como o cromo duro, com riscos associados ao cromo hexavalente) por revestimentos de carboneto de tungstênio aplicados por Aspersão Térmica HVOF.
O que é sustentabilidade corporativa no ambiente da indústria?
A sustentabilidade corporativa na indústria significa operar com eficiência e responsabilidade em toda a cadeia produtiva reduzindo impactos ambientais e sociais sem comprometer o desempenho técnico, especialmente hoje, que as empresas estão buscando disponibilidade cada vez maior dos seus equipamentos. O que isso significa na prática?
1 – Reduzir a emissão de resíduos
2 – Redução do consumo de matéria prima para substituição de peças
3 – Aumentar a confiabilidade de equipamentos
4 – Redução da exposição ocupacional a agentes tóxicos
5 – Processos com melhor responsabilidade e conformidade legal
Quando a sustentabilidade corporativa sai do discurso e entra para a rotina das empresas, ela passa exercer papel importante e estratégico na sua competitividade e rentabilidade.
Por que a Engenharia de Superfícies é um pilar estratégico do ESG?
Em muitos equipamentos industriais o desgaste de peças é responsável por uma série de problemas, os quais enumero abaixo:
- redução da eficiência
- paradas não programadas
- aumento do consumo de energia
- consumo de peças de reposição
- aumento dos custos de manutenção
- descarte de componentes ainda recuperáveis
A engenharia de superfícies ataca diretamente esses pontos críticos. Ela permite que uma peça desgastada seja recuperada e retorne para a operação com maior resistência aos mais variados mecanismos de desgastes, prolongando a sua vida útil e reduzindo o consumo de insumos ao longo do tempo, o que conecta sustentabilidade corporativa com uma visão moderna de indústria.
O problema do Cromo Duro e os riscos associados ao Cromo Hexavalente.
Durante décadas o revestimento de cromo duro eletrodepositado foi utilizado pela indústria devido à sua grande disponibilidade e boa resistência e relativo baixo custo. Porém, atualmente o processo de deposição desse material está associado à desafios importantes para empresas que estão buscando elevar seus padrões ambientais e ocupacionais. Em países desenvolvidos, esses processos já estão, há décadas, passando a ser substituídos.
Um dos principais fatores de risco é o cromo hexavalente, substância cancerígena e cada vez mais restrita por normas ambientais.
Além dos processos ambientais, os processos tradicionais de deposição de cromo duro trazem dificuldades devido ao aumento dos custos de tratamento de efluentes, maior exigência e segurança ocupacional, além de um maior impacto na reputação ambiental e ocupacional da corporação e para muitas empresas a substituição desse processo não é mais uma escolha futura, mas sim uma gestão de risco presente.
Tecnologias limpas em revestimentos industriais – Alternativas técnicas e sustentáveis
A evolução das tecnologias de revestimentos abriu espaço para soluções com melhores desempenhos e impactos ambientais. A aspersão térmica já foi estudade e homologada há mais de duas décadas pela indústria aeronáutica pelo HCAT (Hard Chrome Alternative Team) como substituta do cromo duro. A tecnologia de aspersão térmica HVOF permite a aplicação de revestimentos avançados com alta resistência ao desgaste, como o carboneto de tungstênio, por exemplo.
Além do desempenho técnico, essas tecnologias modernas permitem melhorias importantes para as empresas do ponto de vista do ESG. Elas não dependem de processo com alto risco tóxico, não emitem efluentes líquidos, aumentar expressivamente a durabilidade de componentes, além de permitir que esse mesmo componente seja reutilizado diversas vezes, o que faz reduzir a necessidade de fabricação de componentes novos. A sustentabilidade corporativa industrial pode ser potencializada por decisões técnicas que geram ganhos de performance e ganhos ambientais.
Benefícios Ambientais: redução de poluentes e fortalecimento da economia circular.
Quando uma peça tem a sua durabilidade aumentada, o impacto positivo não está restrito ao equipamento no qual ela vai operar. Ele se espalha por toda a cadeia produtiva por que reduz a necessidade de fabricação de peças novas e como consequência, reduz a necessidade de extração de matérias primas. Isso por consequência reduz a necessidade de consumo de energia para produção de componentes, reduz transporte, reduz necessidade de manutenção de estoques e por fim, reduz o descarte de resíduos industriais. Além disso, a possibilidade de recuperação dimensional de peças se encaixa perfeitamente no conceito da economia circular industrial, pois permite recuperar ativos estratégicos com alto desempenho e confiabilidade.
O Centro de Pesquisa e Tecnologia da Rijeza trabalha diariamente no desenvolvimento de revestimentos contra desgastes para superfícies de componentes críticos. É muito comum obter-se aumento de vida útil de peças superiores a 700%. Imagina o que isso representa em termos ambientais e de ganhos produtivos e financeiros.
Benefícios Sociais: segurança ocupacional e valorização técnica.
A sustentabilidade corporativa na indústriatambém envolve o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais seguros e tecnicamente robustos.
A substituição de tecnologias de alto risco por tecnologias modernas e limpas permitem que o operador fique menos exposto à substância nocivas à saúde. Além disso, reduz o risco ocupacional e os passivos trabalhistas das empresas, além do fortalecimento de uma cultura industrial mais moderna e responsável.
No ambiente da Rijeza, essas tecnologias são todas robotizadas e isso exige uma maior necessidade de capacitação, o que acaba resultando, além de um serviço técnico e de qualidade elevada, em uma valorização dos profissionais. São empregos de maior valor agregado.
Governança e gestão de riscos: conformidade, rastreabilidade e antecipação regulatória
Empresas industriais que lideram seus mercados são aquelas que tratam sustentabilidade corporativa como gestão de risco e estratégia, não comente como discurso para marketing.
As empresas que estão adotando o uso dessas tecnologias modernas e limpas estão conseguindo aumentar a previsibilidade da manutenção e reduzindo os riscos de não conformidades regulatórias. Além disso, conseguem proteger a sua reputação perante clientes e investidores.
Quer entender o que pode ser substituído na sua operação?
Se a sua empresa possui componentes com desgaste recorrente, alta frequência de reposição ou processos com riscos ambientais e ocupacionais elevados, a Rijeza pode ajudar a mapear oportunidades de melhoria com foco no desempenho e sustentabilidade. Entre em contato conosco pelo telefone (51) 3590 5400
Quer conhecer o lado técnico da substituição do cromo duro?
Acesse também o nosso conteúdo técnico sobre substituição do cromo duro por Aspersão Térmica.
Perguntas Frequentes:
A sustentabilidade corporativa industrial pode ser aplicada na manutenção industrial?
Sim. A manutenção é um dos pontos onde a sustentabilidade corporativa gera resultados mais concretos, pois envolve o consumo de componentes, descarte, paradas e energia associadas à reposição.
Revestimentos aumentam a vida útil e ajudam em metas de ESG na indústria?
Sim, ao aumentar a vida útil de componentes, o nível de descarte é reduzido, melhorando os indicadores ambientais e reduzindo o impacto indireto na cadeia produtiva
Tecnologias limpas substituem processos tradicionais sem perder desempenho?
Em muitos casos sim. A evolução de processos como de Aspersão Térmica HVOF, Laser Cladding e PTA possibiltam a aplicação de revestimentos com excelente performance em ambientes muito severos.
Como saber se vale a pena substituir um processo antigo por uma tecnologia moderna?
O ideal é avaliar a peça, o mecanismo de desgaste envolvido, o ambiente de trabalho e o custo do ciclo de vida. A Rijeza pode ajudar nessa análise.

