A importância do conhecimento da Tribologia para a redução da Manutenção Corretiva

Conhecimento da Tribologia para a redução da Manutenção Corretiva

Aumentar a disponibilidade dos equipamentos com redução dos custos de manutenção é o principal objetivo de todo o gestor de manutenção. Atingir essa meta passa necessariamente pela redução das paradas para manutenção corretiva. Claro, em equipamentos que não exercem impacto no resultado da empresa, a manutenção corretiva acaba sendo a melhor alternativa.

Mas o que tem a ver o conhecimento da tribologia com a redução da manutenção corretiva?

Na verdade, tudo. A tribologia é o estudo da interação entre superfícies e ela é composta do tripé Atrito, Lubrificação e Desgaste. Todo engenheiro de manutenção deveria ter um conhecimento razoável sobre esses três pilares.  É comum os setores de manutenção investir consideráveis valores financeiros em soluções que não são as mais apropriadas e acabam perdendo para a manutenção corretiva os recursos que antes eram disponíveis para melhorias de produtividade.

>> Leia mais: Tribologia: o que é?

Reverter a manutenção corretiva em disponibilidade, claro, é trabalhoso, mas nós poderíamos determinar um processo de 6 passos. E note como o conhecimento de tribologia está inserido nesse contexto:

1 – Selecione a situação problema: É importante ter foco. Atacar todos os problemas ao mesmo tempo pode ser mais complexo do que se imagina.

2 – Identifique as variáveis do processo: material base, temperatura de trabalho, velocidade, pH, viscosidade, lubrificação, rugosidade, etc…

3 – Classifique o mecanismo de desgaste: É importante ter clareza de como a superfície está sendo degradada. Não existe material milagroso. Todos eles são projetados para suportar a alguns ambientes e não são resistentes à todos os mecanismos de desgastes. Nessa etapa o conhecimento da tribologia dos materias é o diferencial.

4 – Selecione materiais que suporte o ambiente: Em muitos casos, existem mais de uma liga disponível para suportar ao mecanismo de desgaste selecionado. Se existem mais de um mecanismo agindo sobre a superfície, convém avaliar os prós e contras de cada um. Por exemplo, um problema de desgaste por abrasão pode ser solucionado com revestimento de carboneto de tungstênio ou com um revestimento de Ferro alto Cromo. Eles possuem diferenças técnicas e de custo.

5 – Teste: Realizar ensaios é uma alternativa rápida e de baixo custo. Atualmente existem inúmeros laboratórios especializados na realização de ensaios destrutivos, como, por exemplo, o Instituto SENAI de Inovação – Engenharia de Superfícies.

6 – Selecione a melhor alternativa: Agora fica fácil. Você realiza a avaliação dos melhores resultados técnicos e econômicos e aplica a melhor alternativa para o seu processo.

Siga esses passos e transforme a manutenção corretiva em maior disponibilidade de equipamentos, com confiabilidade e redução de custos de manutenção.

Baixe a seguir o material guia: “Como selecionar o melhor revestimento contra desgastes”.

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Como escolher um revestimento contra desgastes?

Esse boletim técnico foi preparado para profissionais que trabalham em Engenharia de Produto e de Engenharia de Manutenção.

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