Engenheiros de Manutenção: Há muito espaço para melhorar disponibilidade de equipamentos com redução de custos

Essa semana recebi por e-mail um convite de um engenheiro de manutenção para responder a uma pesquisa de indicadores de desempenho para a Rede Brasileira de Manutenção. Essa pesquisa é realizada anualmente pela instituição e é uma maneira bem legal de identificarmos como estamos em relação a outras organizações e podermos avaliar a nossa evolução em termos de gestão de ativos. Evidente que todos as informações são sigilosas.

Quando vi os resultados da pesquisa, 5 indicadores chamaram a minha atenção:

1 – Disponibilidade dos Equipamentos: Aproximadamente 63% das empresas pesquisadas apuram o indicador de disponibilidade dos equipamentos e apenas 20% delas estão muito satisfeitas com os resultados. Mais de 25% estão entre os muito insatisfeitos, insatisfeitos ou neutros. Por saber que a disponibilidade dos equipamentos impacta diretamente nos custos, me parece fundamental colocar foco em melhorar o desempenho, lançando mão de materiais melhores e de toda a inovação tecnológica à qual temos acesso na indústria.

2 – Manutenção corretiva: Mais de 70% das empresas monitoram o indicador de manutenção corretiva. Dessas, apenas 10,8% estão muito satisfeitos com esse indicador. O impressionante é que 42% estão entre aqueles que estão Muito insatisfeitos, Insatisfeitos ou se posicionaram como Neutro. Ou seja, a máxima “é melhor prevenir do que remediar” parece fazer sentido na Indústria Brasileira…

3 – Taxa de Manutenção Preventiva: No que diz respeito às ações preventivas, das 75 empresas que apuram esse indicador apenas 12% estão muito satisfeitos. Quase 40% estão entre muito insatisfeitos, insatisfeitos e neutro.

4 – Taxa de melhorias: Quase 50% das empresas que medem esse indicador estão muito insatisfeitas, insatisfeitas ou se posicionaram como neutro.

5 – Custos de Manutenção em relação ao faturamento: Apenas 10% das empresas que medem o custo em relação ao faturamento estão muito satisfeitas e mais de 40% não estão satisfeitas com os seus resultados.

É visível que ainda temos um grande problema de paradas por manutenção corretiva. Pelos indicadores apresentados, é notória a insatisfação com o situação atual e que cada vez mais os profissionais da engenharia de manutenção estão buscando agir preventivamente e com projetos que busquem melhoria da eficácia dos processo.

Leia também: Você é engenheiro de manutenção? Conheça 5 características dos revestimentos aplicados por aspersão térmica que vão ajudar você bater suas metas!

Quando falamos em manutenção preventiva não tem como não fazermos relação com o conceito de tribologia. A tribologia é a ciência que estuda o atrito entre as superfícies, ou seja, a maneira como elas se desgastam.

Muitas paradas de máquina para a realização de manutenção corretiva estão relacionadas com o desgaste de peças. Os desgastes geram custos muito elevados para as empresas, e a sua substituição por materiais de qualidade superior pode gerar resultados extraordinários .

A utilização de materiais bem selecionados, associados a um tratamento de superfície (como tratamentos térmicos e revestimentos contra desgastes) podem incrementar significativamente a confiabilidade da manutenção e a disponibilidade dos equipamentos. Exemplo: Veja como uma hidrelétrica aumentou em 400% a vida útil das tampas de uma turbina Francis e ainda assim conseguiu reduzir custos.

Como reduzir os custos de manutenção e aumentar a disponibilidade de equipamentos?

Eu indico 4 passos básicos para o engenheiro de manutenção conseguir aumentar a durabilidade de peças que se desgastam com resultados eficazes:

1 – Identificação das variáveis do ambiente tribológico: colete todas as informações possíveis do ambiente no qual a peça está trabalhando (material base da peça, temperatura, rotação, material base da peça oposta, rugosidade, dureza, fluído, presença de partículas sólidas, temperatura….etc). Com essas variáveis é possível definir qual é o mecanismo de desgaste que está desgastando a peça e reduzindo a sua durabilidade.

2 – Seleção: A partir dessas informações fica muito mais fácil selecionar o material mais apropriado para a recuperação ou fabricação da peça desgastada . Vale lembrar que o melhor material e o de menor custo é aquele que trabalha dentro do ambiente para o qual ele foi projetado.

3 – Teste: Não deixe de testar preventivamente a sua seleção. Existem diversos laboratórios que conseguem simular os mais diversos ambientes de trabalho de maneira acelerada. Veja o Centro de Pesquisa para redução de Custos de Manutenção.

4 – Aplicação e Padronização: Realize a aplicação nos seus equipamentos e use esse conhecimento para ampliar a aplicação dentro da sua organização para maximizar os resultados conquistados.

Que bom que temos instituições como essa (Rede Brasileira de Manutenção), que conseguem identificar a situação atual das empresas, as oportunidades de melhoria e sua evolução ao longo do tempo.

Veja a seguir como uma boa seleção de materiais pode aumentar a vida útil de peças em mais de 1000%

Estudo de caso

Como uma boa seleção de materiais pode aumentar a vida útil de peças em mais de 1000%?

Você conhece o potencial de aumento de vida útil você pode ter com a aplicação de revestimentos contra desgastes? Veja o potencial nessa apresentação. Se você não identificar a sua situação, veja como você pode fazer o teste, de forma gratuita.

Revestimentos relacionados

Confira os revestimentos tratados neste estudo de caso para solucionar os problemas de desgastes:

Revestimento de Níquel contra desgaste - RIJEZA

Níquel

Revestimento Metálico
metalografia do níquel cromo

Níquel Cromo

Revestimento Metálico
Metalografia do revestimento de zinco

Revestimento de Zinco

Revestimento Metálico
Metalografia do Carboneto de Cromo

Carboneto de Cromo

Revestimento Metálico
Revestimento de Carboneto de Tungstênio Cromo

Carboneto de Tungstênio Cromo

Revestimento Metálico
metalografia do revestimento de alumínio

Revestimento de Alumínio

Revestimento Metálico

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