Metalização de Peças: o que é e para o que serve?

metalização de peças

A Metalização de peças pode equipar uma espessura elevada (entre 20 micrómetros a muitos milímetros), dependendo do método e do material a ser determinado, numa ampla área e à uma percentagem de destituição mais elevada, assim como comparado a distintos procedimentos como Galvanoplastia, Deposição de vapor. Existem diversos materiais disponíveis para a metalização tais como metais, ligas metálicas, cerâmicas, plásticos e materiais compósitos. Estes materiais tanto podem ser sustentados em forma de pó ou arame, que é acalorado até à sua fusão ou semi fusão e apressados através de ar comprimido até aos substratos sob a forma de partículas micrométricas. Os meios mais habituais de provocar a fusão são a combustão e o arco elétrico. Através da grande diferença de tamanho entre as partículas em fusão e a superfície gelada do substrato, este não aguenta uma calefação expressiva.

O que é Metalização de Peças?

Metalização, ou Aspersão Térmica como também é conhecido, é um grupo de processos utilizados para aplicação de revestimentos em peças industriais dos mais variados ramos. O processo consiste na projeção de partículas de uma liga metálica contra uma superfície previamente preparada.

Onde é utilizado?

O processo de metalização é utilizado para aplicar revestimentos metálicos ou cerâmicos em peças que sofrem desgastes por abrasão, corrosão e erosão. O objetivo é aumentar a vida útil das peças nos seus ambientes de trabalho.

Quais ligas podem ser aplicadas?

Podem ser aplicados diversas ligas, tais como:

Entenda alguns métodos de metalização de peças

Um sistema característico incide nos seguintes aparelhamentos:

  • Pistola de pulverização, também chamada de ‘’Tocha’’, que é o aparelho que realizará a fusão e aceleramento das partículas liquefeitas a serem colocadas;
  • Alimentador, que fornece o material a ser fundido, o qual pode ser em forma de pó, arame ou líquido;
  • Meios propulsores, que são formados por gases que impelem as partículas vazadas até à superfície do fundamento. O método mais utilizado é o ar comprimido;
  • Meio de aquentamento, que é o processo clássico para acalorar até à composição do material a ser assentado, podem ser gases como o Acetileno e o Oxigénio ou o Arco eléctrico. Neste último evento o sistema precisa de uma fonte de alimentação.

Metalização por chama

É o método que foi primeiramente concebido, e é, ainda, um dos mais empregados. Incide em uma pistola que é nutrida pelos gases que vão provocar a chama, Acetileno e Oxigénio, pelo gás propulsor (ar comprimido) e aciona dois roletes que puxam o arame do material a colocar. Os mantêm ao bico, que é o lugar onde se dá a sua composição. Neste método as velocidades das partículas alcançam cerca de 150 m/s.

Metalização por arco elétrico

Embora ter sido idealizado nos anos 10 do século XX, a Metalização por arco eléctrico, começou a ganhar sua importância comercial a partir dos anos 60.

Este método diferencia-se por uma pistola, que é nutrida por dois arames de material a assentar, os quais são eletrizados por um fluxo direta quando as duas pontas de arame se beiram uma da outra no bico da pistola, é inventado um arco elétrico que derrete o metal. Ao bico da pistola é alimentado também por ar comprimido, que é o agente condutor das partículas de metal fundido até à superfície a cobrir.

Você pode saber um pouco mais de métodos de metalização, clicando aqui.

Quer saber mais sobre o processo de metalização? Acesse o material abaixo em pdf.

 

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