Manutenção Corretiva: O que é, impactos reais e como reduzir custos na indústria

Você sofre com paradas não programadas, perdas de produção e custos elevados de manutenção?

Se a sua operação depende excessivamente de manutenção corretiva, provavelmente você está perdendo dinheiro todos os dias. Em muitos casos, estamos tão acostumados que eles acabam passando despercebidos.

A manutenção corretiva ainda é uma prática em grande parte da indústria brasileira, especialmente em pequenas e médias, especialmente em processos produtivos com condições severas, como no caso da agricultura, siderurgia, mineração e papel e celulose. O que muitos profissionais ainda não enxergam é que grande parte dessas falhas podem ser evitadas ou controladas e podem proporcionar uma redução de custos muito expressiva, assim como melhorar os principais indicadores de produtividade e disponibilidade.

Nesse conteúdo, o principal objetivo é proporcionar um entendimento do conceito de manutenção corretiva, os seus impactos na produção, suas causas e, principalmente, como reduzir drasticamente a sua ocorrência nos processos produtivos.

O que é Manutenção Corretiva?

A manutenção corretiva é uma intervenção realizada após uma falha repentina de um equipamento com o objetivo de reestabelecer a sua operação no menor tempo possível.

Ela pode ser classificada em dois tipos, sendo:

1 – Manutenção Corretiva Planejada:

Ocorre após a falha do equipamento, mas a empresa está preparada com estoque de peças, disponibilidade de equipe para substituição, estoque de produtos produzidos).

2 – Manutenção Corretiva Não Planejada:

Ocorre de forma inesperada, gerando paradas não programadas emergenciais da produção.

Obviamente, a manutenção corretiva não planejada acaba sempre sendo mais demorada e mais cara.

Principais impactos da Manutenção Corretiva na Indústria

Empresas que possuem elevado convivem com a Manutenção Corretiva em seus processos pode enfrentar problemas dos seguintes tipos:

Paradas não programadas para manutenção

A manutenção corretiva ocorre sem avisos e pode reduzir drasticamente a disponibilidade de equipamentos críticos para o processo produtivo.

Aumento excessivo dos custos

A manutenção corretiva, especialmente quando não programada, pode exigir fretes expressos com custos elevados, perda do poder de barganha na compra, contratação de serviços externos, horas extras da equipe de manutenção.

Redução de produtividade

As paradas não programadas ocasionadas por manutenção corretiva podem gerar um efeito cascata em todas as etapas do processo, especialmente em equipamentos críticos, que são gargalos.

Redução de vida útil dos ativos

Em muitos casos, as intervenções podem não ser as mais adequadas devido à necessidade de se reestabelecer a produção

Aumento da exposição de profissionais ao risco de acidentes no trabalho

Impactos na qualidade do produto

A ocorrência de manutenção corretiva pode impactar no produto que está sendo produzido. Imagine uma parada não programada em uma linha de produção de produtos alimentícios. Provavelmente todo o produto que está sendo produzido vai ser perdido

Por que a Manutenção Corretiva acontece?

Na nossa jornada de mais de 20 anos trabalhando com profissionais de manutenção, percebemos que a ocorrência da manutenção corretiva acontece em algumas situações:

1 – Falta de Controle e Gestão da Manutenção: Nesse caso, percebe-se uma ausência de estrutura na empresa. Não há uma estratégia estruturada e as ações acabam sendo sempre reativas.

2 – Ambientes Operacionais agressivos: Mesmo quando há uma estrutura de planejamento e realização, as peças operam em ambientes severos sendo impactadas pelos principais mecanismos de desgastes, como o desgaste por abrasão, erosão, corrosão e cavitação. Eles podem sofrer variações ao longo do tempo e impactar na vida útil de peças, mesmo com a existência de atividades de manutenção preventiva.

Nem toda Manutenção Corretiva é Inevitável

A boa notícia é que é possível melhorar muito o resultado técnico e econômico de processos. Uma grande parcela das paradas não programadas está relacionada à desgaste prematuro de peças e isso pode ser resolvido com engenharia de superfícies aplicada. É bem comum se conseguir aumento de durabilidade de componentes superior a 400% com redução de custos. A empresa passa a manutenção corretiva para manutenção preventiva e, quem sabe, num futuro, para manutenção preditiva.

Como reduzir a Manutenção Corretiva?

A redução da manutenção corretiva passa por um ponto central: Aumentar a disponibilidade dos equipamentos com confiabilidade na manutenção, e, claro, com redução dos principais custos de manutenção.

Foi com esse objetivo que a Rijeza criou um processo de trabalho com 4 etapas:

1 – Análise dos mecanismos de desgastes que estão atuando na superfície. A proposta de solução passa necessariamente por essa etapa. Quanto mais as variáveis do processo forem conhecidas, mais assertiva a solução proposta

2 – Desenvolvimento de Soluções Personalizadas: O conhecimento da equipe técnica da Rijeza associado com a versatilidade de processo que a empresa possui, permite customizar a superfície de trabalho ao meio, tornando o resultado melhor em termos técnicos e econômicos

3 – Testes de Bancada: Todas as soluções propostas são testadas em bancadas no Centro de Pesquisa e Tecnologia da Rijeza. Esses testes tornam o desenvolvimento mais rápido, barato e assertivo.

4 – Validação da solução no campo. A equipe da Rijeza acompanha o desempenho no uso, pra garantir que os resultados projetados sejam atingidos e que os ajustes necessários sejam realizados com entendimento de causa.

Estudo de Caso real: Redução de manutenção corretiva em processo de laminação a quente

Situação Inicial:

Chapa de desgaste fabricada em aço carbono com revestimento de aço inox. Tinha durabilidade de 3 dias. O desgaste da chapa ocasionava perda de perfil do aço laminado e com elevado nível de refugo. Era então necessário realizar a parada da linha para substituição da chapa.

Solução aplicada:

Foi desenvolvido um revestimento de 3 a 4 mm de espessura, específico para manter as propriedades de resistência à abrasão e impacto em alta temperatura (RW1000)

Resultados obtidos:

A durabilidade do componente aumentou de 3 para 30 dias, o que representou um aumento do indicador de MTBF de 1000%

Redução de 50% do custo direto da substituição de peças.

Redução significativa de rejeitos na produção

Redução da exposição da equipe ao risco

Aumento da disponibilidade do processo, com confiabilidade na manutenção

A manutenção que antes era corretiva passou a ser preventiva, com uma previsibilidade muito maior para a gestão da manutenção.

Diagnóstico gratuito para redução da Manutenção Corretiva

A Rijeza disponibiliza seu Centro de Pesquisa e Tecnologia para empresas que queiram reduzir manutenção corretiva, especialmente a manutenção corretiva não planejada, ocasionado por desgaste de peça, com redução de custos e melhoria de disponibilidade de equipamentos.

Você pode enviar a sua peça ou descrever a sua aplicação e a nossa equipe vai avaliar uma oportunidade de melhoria técnica e econômica pro seu caso.

Solicite um diagnóstico gratuito e descubra quanto a sua empresa pode melhorar a durabilidade de peças e reduzir custos.

A Manutenção Corretiva é um dos maiores geradores de custos ocultos na indústria. Com a abordagem correta ela pode ser drasticamente reduzida ou eliminada em situações críticas.

Empresas que tratam desgastes como um problema de engenharia e não apenas como uma questão de manutenção passam ter ganhos expressivos nos principais indicadores de manutenção e produtividade e é nesse ponto que aparecem as maiores oportunidades competitivas.

Pra conhecer o nosso Centro de Pesquisa e Tecnologia, basta acessar o material abaixo.

 

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